Acredite: houve um tempo em que carro era artigo de luxo, coisa de rico. E Uber era apenas uma palavra muito parecida com certa parte da anatomia de uma vaca. O jeito era andar de ônibus. Os que tinham uns trocados a mais ou estavam com muita pressa tinham uma opção mais confortável. Quem estava por perto até perguntava: Vai de táxi, é? A pergunta tinha lá sua razão. Este tipo de transporte era mais caro. E existia e ainda existe a temida bandeira 2. Mas, os táxis de outrora trazem boas lembranças. Como a foto principal desta página: o ponto da antiga rodoviária, bem no centro da cidade. O ano é 1986. O fusca não tinha o banco do carona. E o motorista fechava a porta, depois da entrada do passageiro, com uma cordinha, para só então acionar o taxímetro. Lembra?


Mas para começar essa história do Vai de Táxi em Jundiaí é preciso voltar para os anos 1920. Na rua Barão, bem em frente ao Solar, ficavam os charreteiros. Eles eram os taxistas da época….


O ônibus já passou? Precisa chegar ao destino rapidamente? Vai de táxi, ora bolas!!! Nos anos 1930, uma bela frota de carrões usados hoje em filmes da Máfia, ficava na praça da então Matriz Nossa Senhora do Desterro. (Foto: Domingos Orestes Cella/Marcio Balducci)

O mesmo ponto ao lado da igreja, só que nos anos 1940. Repare que a rua do Rosário era mão dupla.(Foto Janczur)


Um instante na Rua do Rosário num dia qualquer de 1952: Normalistas voltando da aula, ônibus bem na esquina com a rua Bernardino de Campos. No ponto, um homem conversa com o motorista talvez pensando se vai de táxi ou não, quem sabe…

Agora já estamos na década de 1960. O ponto de táxi continua na praça da Matriz. Estacionados, esperando passageiros, um DKW e um Impala. Impossível deixar de citar o carrinho da Kibon, do lado direito da foto. Quem é da época diz que os pirulitos de chocolate, espetados na parte de cima do carrinho, eram uma tentação…

Nos anos 1980 você chegava de viagem na antiga Estação Rodoviária, na rua Baronesa do Japi, e se estava sem paciência para esperar outro ônibus, pegava um táxi rapidinho. Dá pra ver que não faltava oferta de serviço…(Foto Wagner Cesarino)

Para matar a saudade, o icônico taxímetro e suas plaquinhas ‘livre’, para atrair passageiros, e ‘2’, para Bandeira 2. Você sentava no banco de trás e ia olhando os números rodando, torcendo para que fossem bem devagar…(Foto: Ontem ao Luar/Youtube)

VEJA TAMBÉM:

PARTO NORMAL: O QUE FAZER COM A LACERAÇÃO. A GINECOLOGISTA LUCIANE WOOD EXPLICA

ACESSE FACEBOOK DO JUNDIAÍ AGORA: NOTÍCIAS, DIVERSÃO E PROMOÇÕES

PRECISANDO DE BOLSA DE ESTUDOS? O JUNDIAÍ AGORA VAI AJUDAR VOCÊ. É SÓ CLICAR AQUI





Source link